ricograca

joined 2 months ago
[–] ricograca@lemmy.eco.br 2 points 4 weeks ago

É verdade. E existe muita coisa boa, toda hora. Eu agora esto em um dilema entre: Trilium next, Affine, Anytype e Appflowy. Todos autohospedados; e cada um com sua limitação, mas todos muito bons.

[–] ricograca@lemmy.eco.br 1 points 4 weeks ago

Verdade. Eu tenho meus pacotes fixos( com 3 anos de uso), mas vivo experimentando algo novo.

[–] ricograca@lemmy.eco.br 2 points 4 weeks ago

Obrigado. Eu não sou de TI, e veja que consegui instalar tudo o que precisava via docker, localmente. Como já mencionei para o @anthuansousa@mastodon.social , eu uso um notebook antigo, e jogo o sinal para "fora" da rede local via Tailscale; mas faço um backup online via um VPS de $3 com 1TB, via syncthing com a opção de "unstrust" habilitado, ou seja, tudo que vai para o VPS, vai criptografado.

[–] ricograca@lemmy.eco.br 3 points 4 weeks ago

Eu uso um notebook antigo( reaproveitado ). Não sou de TI, mas consegui instalar o que precisava via docker; e jogo o "sinal" para fora da rede caseira com o Tailscale. Estou funcional desta forma a 3 anos. Sem surpresas desagradáveis. Faço um backup online também, em uma VPS de $3 dólares com 1 TB de espaço.

 

O tecnofeudalismo torna os usuários servos da nuvem: Big Techs extraem os dados como riqueza digital.

No meu novo ensaio, apresento a auto-hospedagem como linha de fuga para estas práticas. De soluções simples para usuários comuns; a homelabs, para usuários mais técnicos.

Convido a todos para reaver o controle de seus dados no Rizomático.

 

Olá, pesssoal. Neste ensaio, trato do orgulho do servo. Como este celebra a subalternidade com orgulho. Brasileiros defendem as Big Techs que os exploram. É a Colonialidade do ser em ação através das redes.

 

De Propp a Baudrillard. O Ressentimento nas narrativas: o falso herói absolve a desumanização. No meu novo ensaio, apresento as ferramentas semióticas que moldam a sociedade da vingança com o simulacro da justiça.

#ressentimento #semiótica #narrativas

 

Salve, pessoal!

Publiquei um texto novo no meu blog, o Rizomático, sobre um tema que vale a reflexão, ao menos: como a performance exagerada de papéis sociais modernos está gerando um enorme vazio existencial.

A gente vê todo dia na internet aquela positividade tóxica e a "autocomoditização", onde a própria identidade, intimidade e emoções das pessoas viram produtos para vender ou ganhar engajamento. No texto, eu faço um paralelo com a ideia de "Má-fé" de Sartre (onde a pessoa abre mão da própria liberdade para ser um personagem que o mercado financia) e a Sociedade do Cansaço.

Link para o texto completo (13 min de leitura, tem versão em áudio lá também): https://www.rizomatico.org/o-fracasso-existencial-coachs-ceos-e-influenciadores

Até que ponto a gente também não acaba caindo nessa armadilha de roteirizar a própria vida para caber nas expectativas das redes e do mercado?